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Saúde Decisão

Por decisão judicial, clínicas e hospitais reabrem sem restrição de horário

Um protocolo de saúde foi elaborado para evitar a propagação do vírus.

01/06/2020 09h30
Por: Redação Fonte: cidadeverde.com

Após decisão judical, clínicas e hospitais em Teresina voltaram a reabrir sem restrição de horário, mas com uma série de adequações para evitar a disseminação do novo coronavírus. Pelo decreto municipal, os estabelecimentos de saúde só podiam funcionar no período da tarde, por exemplo, mas a determinação foi derrubada pelo desembargador do Tribunal de Justiça do Piauí, Erivan Lopes. 

O presidente do Sindicato dos Hospitais, Clínicas, Casas de Saúde e Laboratórios de Pesquisas e Análises Clínicas do Estado do Piauí (Sindhospi), Jefferson Campelo, disse que foi elaborado um protocolo de saúde para evitar a propagação do vírus. 

"A sociedade vai ter a possibilidade de ter acesso ao sistema de forma mais organizada, muito mais transparente, sem que isso traga um risco a mais para o controle da pandemia. Todos os protocolos de saúde foram elaborados por nós e serão seguidos rigorosamente. O decreto da prefeitura de Teresina já permitia o funcionamento, mas com várias restrições que criavam mais obstáculos que facilidade como,  por exemplo, o funcionamento só à tarde. Faltou diálogo", explica Campelo.

Apenas 04 pacientes por hora

Ele reforça que o isolamento social ainda é a melhor forma de prevenção do vírus e recomenda que a população só procure atendimento em casos estritamente necessários. Entre as medidas adotadas está o atendimento de quatro pacientes por hora.

"A gente continua incentivando o isolamento social e orienta que as pessoas só procurem clínicas e hospitais se isso não puder ser adiado. Vamos continuar mantendo o distanciamento e exigir o uso de máscaras", reitera Jefferson Campelo. 

O presidente do Sindhospi opinou ainda sobre a telemedicina que deve continuar a ser incentivada durante a pandemia. 

"Acredito que, talvez, a telemedicina seja o grande legado que a pandemia esteja deixando. A telemedicina deve ser incentivada e é favorável nesse momento", conclui Campelo. 

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